quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Voltaram os bondes


Voltaram os bondes. E o pior é que não se trata dos românticos carros elétricos que antigamente usavam circular nos trilhos pelas ruas da cidade - Porto Alegre - no século passado. Ainda lembro dos vários percursos pela cidade: Menino Deus, Teresópolis, Azenha, Centro, Cidade Baixa, Petrópolis, etc.

Os bondes de hoje não são veículos, ao menos não os de transporte dos tempos românticos, mas grupo de jovens marginais, bandos de arruaceiros da pior espécie que percorrem as ruas da cidade promovendo saques, arrastões e brigas com outros grupos assemelhados.

Com a sabida impunidade que os jovens gozam pelo nossa legislação, principalmente porque a maioria situa-se na faixa entre 15 e 17 anos (inimputáveis penalmente pela nossa legislação), a polícia limita-se a retê-los e liberá-los - ou encaminhá-los a uma das instituições encarregadas de lidar com jovens infratores - o que equivale a liberá-los.

Esse é mais um símbolo da falência da familía. Não há mais contrôle sobre a nossa juventude, que se julga no direito de agir como verdadeiros celerados irresponsáveis.

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