Falava sobre uma constatação: sorrimos mais quando somos crianças, e vamos diminuindo a quantidade de sorrisos com o avanço da idade. Ou o juízo nos tira o sorriso, provando o que diz o ditado: "muito riso é sinal de pouco juízo".
Talvez mais do que isso, numa conclusão politicamente incorreta: os idiotas são mais felizes. Ou a lei do inverso da felicidade, cujo teor afirma que "a quantidade de felicidade é inversamente proporcional à quantidade de juízo". É tudo papo furado, eu sei, mas ao menos defende minha ranhetice.
Segundo essa lei, Porto Alegre, dita cidade sorriso, é um local sem juízo.

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